O filho de Michael, Mick Schumacher, é o centro das atenções ao fazer sua estreia na F1

Para o vencedor do campeonato mundial de Fórmula 2, mudar para a F1 é uma progressão natural que normalmente não levantaria uma sobrancelha, mas quando aquele piloto carrega um nome famoso, as coisas certamente serão um pouco diferentes.

Mick Schumacher, filho do heptacampeão mundial Michael, é o jovem piloto em destaque quando estreia na Fórmula 1 com Haas no Bahrein no domingo, mas ele merece seu incentivo.

Depois de iniciar sua carreira no kart, Mick ganhou o campeonato europeu de Fórmula 3 em 2018 e o título de Fórmula 2 em 2020.

Não é um currículo ruim para um jovem que completou 22 anos na segunda-feira.

Mas, nesta semana, o barulho ao seu redor vai ecoar as lembranças de seu pai, cuja última passagem em uma carreira brilhante aconteceu no Brasil no final da temporada de 2012.

Michael Schumacher, 52, não é visto em público há mais de sete anos depois que um acidente de esqui, testemunhado por Mick, nos Alpes franceses, o deixou com graves lesões cerebrais.

Mas ainda é a pedra de toque do seu filho.

“Eu definitivamente olho para o que ele conquistou e tento aprender com isso”, disse Mick em fevereiro.

Para a geração mais jovem que chegou tarde demais para ver Michael em ação, ou para aqueles que só se lembram dele de seu decepcionante retorno com a Mercedes, é fácil esquecer como Schumacher dominou o esporte tanto quanto Lewis Hamilton hoje.

Ele ganhou dois títulos com a Benetton antes de dar um grande passo para a Ferrari, com quem conquistou outros cinco títulos.

“Ele tem sido a referência por muito tempo e ainda é a referência para mim, então sempre me referirei a ele”, disse Mick.

“Isso é do lado esportivo, e do lado humano, sempre vou admirar sua consistência ao longo de todos esses anos e como ele manteve os pés no chão.

“Isso é algo que realmente aprecio, mas também algo com que posso aprender e prosseguir na minha carreira.”

‘Não é fácil’

O ex-campeão mundial Nico Rosberg, cujo pai Keke conquistou o título em 1982, 24 anos antes de fazer sua estréia na F1, destacou a pressão adicional que Mick enfrentaria por ter um pai famoso.

“Não é fácil ser o ‘filho de'”, disse Rosberg ao site Sport1.

“E com Mick, é 10 vezes mais difícil, porque a era de Michael não era há muito tempo e ele era muito mais bem-sucedido.

“Espero que Mick consiga deixar isso de lado e se concentrar bem em seu trabalho, porque, de outra forma, ele vai se divertir muito”.

Mesmo sem a pressão dos holofotes, nunca seria uma luta fácil para Mick.

Sua equipe Haas deve aparecer no meio e na retaguarda do grupo, enquanto seu companheiro de equipe, o estreante Nikita Mazepin, pode enfrentar uma pressão ainda maior.

Ele também é um ‘filho de’, embora não da aristocracia da Fórmula 1. Em vez disso, seu pai bilionário, Dmitry Mazepin, é um diretor não executivo da empresa russa Uralkali, que é o principal parceiro titular da equipe Haas.

No entanto, são grandes as chances de que Mick tenha se saído melhor do que seu pai quando participou de seu primeiro Grande Prêmio na Bélgica, na Jordânia, em 1991.

Michael Schumacher teve um desempenho brilhante para se qualificar para o sétimo lugar, mas uma falha na embreagem significou que ele perdeu a primeira volta da corrida.

Se serão cerca de 91 vitórias e sete títulos mundiais, só o tempo dirá. Sem pressão alguma.

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