Vacina chinesa CoronaVac ‘atingiu o limite de eficácia’: Instituto Brasileiro, World News

Os ensaios clínicos da vacina contra o coronavírus CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, “atingiram o limite de eficácia” exigido pela Organização Mundial de Saúde, informou nesta quarta-feira o instituto brasileiro responsável por sua produção e distribuição.

No entanto, o Instituto Butantan não divulgou os resultados desses ensaios, o último antes da autorização.

“Atingimos o patamar de efetividade que nos permite buscar a autorização de uso emergencial” junto ao órgão regulador Anvisa no Brasil, disse o diretor do Butantan, Dimas Covas.

Ele disse que uma cláusula do contrato da Sinovac insistia que os resultados desses testes de fase III só poderiam ser divulgados depois que todos os testes clínicos em todo o mundo fossem concluídos.

No Brasil, 13.000 voluntários participaram dos testes, que também foram realizados na Turquia, Indonésia e China.

“Todo o nosso programa permanece inalterado. A produção da dosagem continua em nossa fábrica e a campanha de imunização começará conforme o esperado em 25 de janeiro”, disse o secretário de Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn.

O limite de eficácia da OMS é de 50 por cento, mas outros laboratórios, como Pfizer e BioNTech, que estão colaborando em uma vacina que já foi administrada a milhares de pessoas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, alcançaram 90 por cento. eficiência.

Covas disse que o governo federal vai encomendar 100 milhões de doses do CoronaVac, mais do que o dobro dos 46 milhões inicialmente anunciados.

A imunização tem sido uma questão altamente politizada no Brasil, onde o presidente de extrema direita Jair Bolsonaro disse repetidamente que não será vacinado enquanto tenta desacreditar o golpe CoronaVac.

O Instituto Butantan tem o apoio do estado de São Paulo, cujo governador João Doria entrou em confronto várias vezes com Bolsonaro sobre a resposta do país ao coronavírus e deve desafiar o titular nas eleições presidenciais de 2022.

O Brasil sofreu o segundo maior número de mortes por coronavírus no mundo, depois dos Estados Unidos, com 188.000 mortes.

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